Reforma Tributária — Efeito Contábil
Especial Reforma Tributária

A Reforma Tributária já começou. E a Efeito já está com você.

Você já deve ter se perguntado: "quando isso começa de verdade?", "minha empresa vai ser impactada?", "ouvi dizer que mudou tudo…" A resposta é simples: a Reforma não começa só em 2027 — ela já começou, e várias etapas já estão em andamento agora, em 2026. Reunimos aqui tudo o que a Efeito Contábil já vem fazendo desde o início desse processo, para que você siga tranquilo e nunca seja pego de surpresa.

01

O trabalho que já estamos prestando por você

Fique atento!

Enquanto a Reforma avança, a Efeito trabalha nos bastidores para que você não precise se preocupar sozinho com nada disso. Veja o que aconteceu e o que está no ar:

🎤 Evento exclusivo para clientes Efeito — dezembro de 2025

Entramos em 2026 atualizados. Todos os nossos clientes e parceiros foram convidados e estiveram em nosso evento presencial "Reforma Tributária — Impactos e Decisões Estratégicas", no qual antecipamos os principais impactos, o cronograma e as mudanças previstas — antes de virarem obrigação.

📰 Informativos mensais

Publicados na nossa Área VIP do Cliente, no site e por e-mail, acompanhando cada etapa da implantação. Como as regras vêm mudando com frequência, mantemos o conteúdo sempre atualizado.

☎️ Canal exclusivo: opção 8 — Plantão Reforma Tributária

Ligue para o nosso atendimento em (19) 3461-2605 e escolha a opção 8 — Plantão Reforma Tributária. É um canal dedicado só para orientações sobre o tema, para tirar suas dúvidas rapidamente.

🤝 Reuniões individuais com nossa equipe de especialistas

Desde o início deste ano, muitos clientes já vêm agendando conversas específicas sobre o impacto da Reforma no próprio negócio. Cada empresa tem uma realidade diferente — uma indústria, uma clínica, um escritório de engenharia e uma empresa de tecnologia são afetados de formas distintas. Mantemos contato ativo com toda a nossa base, propondo reuniões periódicas para tratar dos pontos que impactam cada operação.

Agendar minha reunião →

🧭 Consultoria personalizada (horas consultivas)

Se o seu segmento exigir uma análise mais a fundo, temos uma consultoria por horas consultivas, com metodologia própria em 5 etapas — Informar · Diagnosticar · Adequar · Estruturar · Monitorar — conduzindo você lado a lado em toda a implementação da Reforma. Fale com a gente para saber se faz sentido para o seu caso.

02

Linha do tempo da implantação

Qual etapa você está?

A Reforma acontece de forma gradual — do primeiro teste em 2026 até a conclusão total da transição em 2033. Este é o cronograma atualizado com base no calendário oficial da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS (posição de 05/08/2026):

01/01/2026 ✅ Concluído

Início da fase de testes — alíquotas simbólicas (IBS 0,10% + CBS 0,90%)

Todas as empresas que emitem nota fiscal passam a ver os campos de IBS e CBS. Nada muda na cobrança de impostos: é apenas a fase de adaptação dos sistemas. Acompanhamos a legislação e mantivemos você informado a cada mudança.

👉 O que sua empresa precisa fazer: revisar e atualizar o cadastro de produtos e serviços no sistema, conferindo se está devidamente atualizado.

01/05/2026 ✅ Concluído

Novas informações obrigatórias no cadastro de produtos e serviços

Cadastro de produtos e serviços passou a exigir CST e ClassTrib completos, para que as notas fiscais sigam sendo emitidas corretamente nas próximas fases. Disponibilizamos orientações e apoiamos a atualização necessária.

👉 O que sua empresa precisa fazer: revisar e atualizar o cadastro de produtos e serviços no sistema, conferindo se está devidamente atualizado.

01/07/2026 ✅ Concluído

Inclusão de dados de benefícios fiscais nas notas

Empresas com benefícios fiscais passaram a precisar informar dados adicionais para continuar utilizando esses benefícios corretamente. Disponibilizamos as tabelas oficiais e orientações a cada cliente.

👉 O que sua empresa precisa fazer: revisar e atualizar o cadastro dos produtos e serviços que possuem benefício fiscal, ajustando o sistema se necessário.

🚨 Isso já precisa estar certo na sua empresa

Já orientamos, informamos, enviamos comunicados e tiramos dúvidas sobre cada um dos pontos abaixo. Toda empresa precisa estar com esses itens validados nesta fase da Reforma — confira se está tudo certo na sua:

☐ IBS 0,10% saindo no campo correto do seu XML (verifique com o seu sistema).

☐ CBS 0,90% saindo no campo correto do seu XML (verifique com o seu sistema).

☐ Cadastro de produtos totalmente revisado, com CST e ClassTrib preenchidos corretamente (em caso de dúvida, chame no nosso canal de atendimento — opção 8, Plantão Reforma Tributária).

03/08/2026 🔄 Em vigor agora

Empresas do Lucro Presumido e Real — campos de IBS e CBS passam a ser obrigatórios na NF-e, NFC-e, CT-e e MDF-e

Comércio, indústria, distribuidoras, atacadistas, supermercados, e-commerce e transportadoras que emitem esses documentos já precisam estar com o sistema atualizado — sem o preenchimento correto, a nota pode ser rejeitada.

👉 O que sua empresa precisa fazer: confirmar com o fornecedor do sistema que a atualização foi realizada e testar a emissão das notas fiscais.

01/10 e 01/12/2026 ⏳ Próxima etapa

Empresas do Lucro Presumido e Real — obrigatoriedade chega aos prestadores de serviço (NFS-e)

Escritórios de advocacia, contabilidade, engenharia, arquitetura, consultorias, clínicas, academias, agências e demais prestadores entram em 1º de outubro; empresas de software, marketplaces, plataformas digitais, locadoras, condomínios e alguns segmentos específicos entram em 1º de dezembro.

👉 O que sua empresa precisa fazer: confirmar com o fornecedor do sistema que a atualização foi realizada e testar a emissão das notas fiscais de serviço.

Set–Nov/2026 📅 Recomendado

Janela para o Simples Nacional avaliar o regime de 2027

Empresas do Simples precisarão decidir entre o regime normal (segue no DAS) e o híbrido (parte das operações sai do DAS) para 2027. É a janela ideal para simularmos junto com você qual opção reduz mais a carga tributária.

👉 O que sua empresa precisa fazer: agendar reunião com a Efeito para avaliar a melhor estratégia tributária para o seu negócio.

01/01/2027 ⏳ Futuro

Todas as empresas entram na regra geral · CBS começa a valer · PIS/Cofins são extintos

Todas as empresas do Simples e o MEI passam a emitir seus documentos no novo padrão. Ao mesmo tempo, a cobrança efetiva da CBS começa e o PIS/Cofins deixam de existir — o impacto varia conforme a atividade de cada negócio. Vamos te acompanhar de perto nessa virada.

⚠️ Atenção especial — Simples Nacional e MEI: diferente das demais empresas, vocês não passaram pelas fases de teste anteriores. Essa é a primeira data em que a validação de IBS e CBS passa a valer para vocês — preencher tudo certinho desde já evita que a nota seja rejeitada.

👉 O que sua empresa precisa fazer: garantir que o sistema esteja atualizado e revisado antes da data, e estar atento ao mercado, à precificação e à estratégia de regime tributário que será aplicada ao negócio.

Set/2027 ⏳ Futuro

Antecipação de recolhimento — início do Split Payment nas situações previstas em lei

Em determinadas operações, parte do pagamento passa a ser direcionada automaticamente ao recolhimento dos tributos. É preciso ter atenção para adequar o fluxo de caixa e o capital de giro com antecedência. Em caso de dificuldades nessa transição, a Efeito conta com o serviço de terceirização do departamento financeiro — o BPO Financeiro. Clique aqui para saber mais →

👉 O que sua empresa precisa fazer: adequar os processos financeiros ao Split Payment, quando aplicável à sua operação.

2029 – 2032 ⏳ Futuro

Período de transição efetiva do ICMS e ISS

ICMS e ISS coexistem com IBS, sendo substituídos de forma gradual até a conclusão da transição.

👉 O que sua empresa precisa fazer: acompanhar e revisar periodicamente as orientações cadastrais e alterações tributárias enviadas pela Efeito, acompanhando as mudanças da transição.

2033 ⏳ Futuro

Conclusão da Reforma Tributária

ICMS e ISS deixam de existir de vez, e o novo sistema (IBS + CBS) passa a valer integralmente sobre o consumo.

👉 O que sua empresa precisa fazer: garantir que a empresa esteja adequada às regras definitivas da Reforma Tributária.

03

Alíquotas

O que já é oficial?

💡 Lucro Presumido e Lucro Real: como funciona na prática — débito x crédito

A referência de ~28% não é paga "cheia" sobre o faturamento. É um sistema não cumulativo, de débito e crédito:

• Débito: a alíquota incide sobre a saída — a venda de produtos ou serviços.
• Crédito: a empresa desconta desse débito o que já pagou nas entradas — compras de mercadorias, insumos e também despesas em geral.

O valor efetivamente recolhido é a diferença entre o débito da saída e o crédito da entrada. Por isso, quanto mais organizada estiver a documentação fiscal de compras e despesas, maior o crédito e menor o valor pago — é um dos pontos que mais temos orientado nossos clientes.

📌 Novidade de 31/07/2026: primeira referência numérica oficial

A Resolução CGIBS nº 14/2026 adotou, para fins metodológicos de projeção de arrecadação, uma alíquota de referência do IBS de 18,70%. Somada à parcela implícita da CBS (9,21%), isso resulta em uma referência conjunta do IVA Dual de 27,91% — acima da estimativa anterior, de 26,50%.

Importante: esse percentual ainda não é a alíquota final do IBS e da CBS. É uma estimativa usada pelo próprio Comitê Gestor para calcular a arrecadação de 2027. A definição oficial segue o rito Receita Federal → Tribunal de Contas da União → Senado Federal, com expectativa de conclusão até 31/10/2026. Vamos te avisar assim que sair o número definitivo.

⚖️ Simples Nacional: Regime Normal x Regime Híbrido

Regime Normal: a empresa segue recolhendo tudo pelo DAS, sem destacar créditos de IBS/CBS para seus clientes — tende a ser mais simples no dia a dia.

Regime Híbrido: parte das operações sai do DAS e passa a recolher IBS/CBS pela alíquota padrão, com direito a crédito — pode ser mais vantajoso para quem vende principalmente para outras empresas (B2B), já que o cliente passa a poder aproveitar o crédito da compra. Porém, nesse sistema já existe uma estimativa de aumento direto de carga tributária de ~4%/~8% da operação.

A melhor opção depende do seu perfil de venda e da sua margem. Empresas prestadoras de serviço para outras empresas (B2B), em especial, devem ficar atentas: revisar contratos e política de preços com antecedência evita perder competitividade quando a decisão precisar ser tomada, entre setembro e novembro de 2026.

Setor / AtividadeRedução sobre a alíquota padrãoSituação
Comércio, indústria e serviços em geralSem redução — alíquota padrão🟡 Não definitiva
Saúde, educação, clínicas médicas/odontológicas, dispositivos médicos, agropecuária-60% (paga ~40% da alíquota padrão)🟢 Previsto em lei
Advogados, contadores, engenheiros, arquitetos, administradores, economistas, veterinários e demais profissões regulamentadas-30% (paga ~70% da alíquota padrão)🟢 Previsto em lei
Medicamentos (listas legais)-60% ou alíquota zero, conforme o produto🟢 Previsto em lei
Cesta básica nacionalAlíquota zero🟢 Definido
CombustíveisRegime de tributação próprio🟢 Definido
Imóveis e cooperativasRegime específico🟡 Depende de regulamentação
Simples Nacional — regime normalContinua no DAS, sem usar a alíquota padrão diretamente🟡 Regras específicas
Simples Nacional — regime híbridoSai do DAS para parte das operações, recolhe IBS/CBS com direito a crédito🟡 Opcional, conforme enquadramento

🟢 já definido em lei · 🟡 depende de regulamentação futura · a alíquota final de cada empresa depende do setor, do enquadramento e do tipo de operação.

04

O que sua empresa precisa revisar já

2026 é para essa organização interna!

✔Cadastros e fiscal — NCM, CST, CFOP e cadastro de produtos e serviços corretos. O cadastro do produto precisa estar certinho.
✔ERP/sistemas — confirme se o seu fornecedor está atualizando o sistema conforme as Notas Técnicas. Converse com ele, sinalize as mudanças e ajuste seus cadastros de acordo.
✔Precificação — simule, para o próximo ano, se a nova carga tributária vai impactar preços e margem, para manter a competitividade no seu mercado.
✔Fornecedores — revise a cadeia de suprimentos sob a ótica dos créditos tributários. Verifique se seus fornecedores são idôneos, possuem certidões regulares e repassam corretamente os créditos.
✔Contratos — cláusulas tributárias podem precisar de ajuste, principalmente em contratos fechados este ano para fornecimento no ano que vem. Atenção redobrada para prestação de serviços entre pessoas jurídicas (B2B).
✔Fluxo de caixa e capital de giro — o Split Payment muda o momento em que o dinheiro do tributo sai do caixa. Por isso, é importante regularizar desde já qualquer informalidade no processo financeiro.
✔Perfil de venda — sua empresa vende mais para consumidor final (B2C) ou para outras empresas (B2B)? Isso muda o impacto: no B2B, seus clientes vão querer aproveitar os créditos, então suas notas de entrada precisam estar sempre regulares.

05

Quem faz o quê dentro da sua empresa

Atenção ao time!

A Reforma passa por várias áreas do negócio. Organize seu time:

ÁreaAção principal
Diretoria / SóciosRevisar estratégia, modelo de negócio e mercado.
ComercialReavaliar preços e políticas comerciais.
ComprasSelecionar fornecedores mais eficientes tributariamente e regularizar operações incorretas.
FinanceiroPlanejar caixa, adaptar-se ao Split Payment e antecipar o giro.
Fiscal / ContábilOrientar sobre etapas, alíquotas, códigos e implantação — aqui é onde a Efeito entra ao seu lado.
Cadastro / FaturamentoAjustar cadastros e obrigações acessórias; emitir notas nos novos layouts.
TIAtualizar ERP e integrações.
JurídicoRevisar contratos e estrutura societária.
RHCapacitar as equipes envolvidas.

06

Cenários

Encontre onde sua empresa está

Pense nisto como um mapa: primeiro siga o roteiro abaixo para descobrir o seu caminho. Depois, abra a zona do seu regime tributário e encontre o cenário mais parecido com a sua atividade e o seu principal cliente — lá você vê o nível de impacto, o principal ponto de atenção e o que recomendamos.

Antes de abrir o mapa, siga este roteiro

Responda estas perguntas, na ordem, para chegar ao seu cenário com mais precisão:

1

Qual é o regime tributário da empresa?

▾
2

A empresa vende principalmente para quem?

Determina o comportamento do crédito.

▾
3

Seu cliente aproveita créditos tributários?

Isso gera pressão competitiva.

▾
4

Qual é a atividade principal da empresa?

Determina reajustes no preço, análise de mercado e créditos.

▾
5

Sua atividade tem redução setorial?

Ex.: saúde, educação, serviços profissionais regulamentados (advocacia, contabilidade, engenharia), medicamentos e cesta básica.

🟢 Baixo 🟡 Médio 🟠 Alto 🔴 Muito Alto
🗺️ Zona 1 — Simples Nacional Se sua empresa está no DAS hoje, comece aqui
📍 Serviços → Consumidor Final🟡 Médio

💰 Tributação: Pequena tendência de aumento indireto de custos.

🏆 Competitividade: Baixo risco de perda de clientes por crédito tributário.

💳 Créditos: Pouco relevante.

📈 Preço e margem: Pode ser necessário reajustar preços para manter a margem.

⚙️ Operação: Adequação dos sistemas e novas obrigações fiscais.

⚠️ Riscos: Regularizar despesas sem documentação e processos fiscais.

🎁 Oportunidades: O Simples ainda tende a ser competitivo para muitos prestadores de serviços B2C.

✅ Recomendamos: Revisar custos, preços, contratos e acompanhar a viabilidade do Simples.
📍 Comércio → Consumidor Final🟡 Médio

💰 Tributação: Custos das mercadorias podem aumentar conforme a cadeia.

🏆 Competitividade: Competitividade depende da capacidade de repassar preços.

💳 Créditos: Aproveitamento reduzido dos créditos.

📈 Preço e margem: Pressão sobre o markup.

⚙️ Operação: Revisar estoque, cadastro tributário e sistema emissor.

⚠️ Riscos: Estoques desorganizados e compras sem documento aumentam riscos.

🎁 Oportunidades: Negociação com fornecedores pode reduzir impactos.

✅ Recomendamos: Revisar formação de preço, fornecedores e controle de estoque.
📍 Indústria → Consumidor Final🟠 Alto

💰 Tributação: Forte impacto nos custos de produção.

🏆 Competitividade: Concorrência poderá ser influenciada pela eficiência tributária.

💳 Créditos: Crédito limitado em comparação aos demais regimes.

📈 Preço e margem: Redução da margem caso não consiga repassar preços.

⚙️ Operação: Revisão da cadeia produtiva e dos processos fiscais.

⚠️ Riscos: Processos informais reduzem competitividade.

🎁 Oportunidades: Avaliar se o Simples continua sendo o melhor regime.

✅ Recomendamos: Simular outros regimes, revisar custos, fornecedores e processos internos.
📍 Serviços / Comércio / Indústria → Empresas do Simples🟢 Baixo

💰 Tributação: Pouca alteração na relação tributária entre empresas do mesmo regime.

🏆 Competitividade: Baixo risco competitivo.

💳 Créditos: Crédito pouco relevante para ambas as partes.

📈 Preço e margem: Pouca alteração.

⚙️ Operação: Apenas adequações obrigatórias da Reforma.

⚠️ Riscos: Manter documentação organizada.

🎁 Oportunidades: Continuidade operacional tende a ser preservada.

✅ Recomendamos: Monitorar mudanças e revisar o enquadramento periodicamente.
📍 Serviços / Comércio / Indústria → Empresas do Lucro Presumido ou Real🔴 Muito Alto

💰 Tributação: O Simples pode deixar de ser o regime mais competitivo em alguns casos.

🏆 Competitividade: Alto risco de perda de mercado para empresas que geram mais créditos tributários.

💳 Créditos: Baixa geração de créditos para os clientes.

📈 Preço e margem: Pode ser necessário reduzir margem para manter competitividade.

⚙️ Operação: Revisão da estratégia comercial e tributária.

⚠️ Riscos: Informalidades podem impedir análises corretas e aumentar riscos fiscais.

🎁 Oportunidades: Em alguns casos, migrar de regime poderá gerar vantagem competitiva.

✅ Recomendamos: Fazer planejamento tributário, simular cenários, revisar contratos, preços, fornecedores e estratégia comercial.
🗺️ Zona 2 — Lucro Presumido Se sua empresa apura o IRPJ pelo Lucro Presumido
📍 Serviços🟠 Alto

💰 Tributação: Mudança significativa na formação da carga tributária.

🏆 Competitividade: Empresas mais eficientes poderão ganhar mercado.

💳 Créditos: Passa a ser um fator estratégico.

📈 Preço e margem: Contratos e preços deverão ser revistos.

⚙️ Operação: Adequação dos sistemas, contratos e processos fiscais.

⚠️ Riscos: Falhas fiscais podem gerar perda de créditos e autuações.

🎁 Oportunidades: Revisar se o Presumido continua sendo o regime ideal.

✅ Recomendamos: Revisar contratos, preços, fluxo de caixa e realizar planejamento tributário.
📍 Comércio🟠 Alto

💰 Tributação: Nova lógica de tributação sobre compras e vendas.

🏆 Competitividade: Cadeia de fornecedores passa a influenciar diretamente a competitividade.

💳 Créditos: Crédito passa a ter papel fundamental.

📈 Preço e margem: Alteração da margem conforme a qualidade da cadeia de fornecedores.

⚙️ Operação: Revisar estoque, compras e sistemas.

⚠️ Riscos: Compras sem documentação prejudicam o aproveitamento de créditos.

🎁 Oportunidades: Reestruturar fornecedores pode reduzir custos.

✅ Recomendamos: Revisar fornecedores, precificação e estratégia tributária.
📍 Indústria🔴 Muito Alto

💰 Tributação: Um dos segmentos mais impactados pela Reforma.

🏆 Competitividade: Competitividade dependerá da eficiência da cadeia produtiva.

💳 Créditos: Elevada dependência do correto aproveitamento dos créditos.

📈 Preço e margem: Margens podem variar significativamente.

⚙️ Operação: Reestruturação operacional e fiscal.

⚠️ Riscos: Benefícios fiscais existentes podem ser reduzidos durante a transição.

🎁 Oportunidades: Oportunidade de reorganizar a cadeia e aumentar eficiência.

✅ Recomendamos: Planejamento tributário completo, revisão da cadeia de suprimentos, processos e incentivos fiscais.
🗺️ Zona 3 — Lucro Real Se sua empresa apura o IRPJ pelo Lucro Real
📍 Serviços🟠 Alto

💰 Tributação: Mudança na sistemática da CBS e do IBS.

🏆 Competitividade: Competitividade dependerá da gestão dos créditos e da precificação.

💳 Créditos: Ganha maior relevância.

📈 Preço e margem: Revisão contratual e financeira será necessária.

⚙️ Operação: Sistemas e controles fiscais deverão ser atualizados.

⚠️ Riscos: Processos internos frágeis podem aumentar riscos fiscais.

🎁 Oportunidades: Melhor aproveitamento de créditos em determinadas operações.

✅ Recomendamos: Revisar contratos, fluxo financeiro, processos e planejamento tributário.
📍 Comércio🔴 Muito Alto

💰 Tributação: Tributação passa a depender fortemente da cadeia de compras.

🏆 Competitividade: Competitividade será decidida pela eficiência de compras e vendas.

💳 Créditos: Fator determinante para o resultado da operação.

📈 Preço e margem: Alta sensibilidade da margem à gestão dos créditos.

⚙️ Operação: Revisão completa dos processos de compras e estoque.

⚠️ Riscos: Estoques e documentos fiscais precisam estar totalmente regularizados.

🎁 Oportunidades: Melhor aproveitamento de créditos pode reduzir custos.

✅ Recomendamos: Revisar fornecedores, estoque, processos fiscais e fluxo de caixa.
📍 Indústria🔴 Muito Alto

💰 Tributação: Maior transformação entre todos os segmentos.

🏆 Competitividade: Competitividade dependerá da eficiência operacional e tributária.

💳 Créditos: Aproveitamento integral dos créditos será decisivo.

📈 Preço e margem: Impacto direto na rentabilidade.

⚙️ Operação: Revisão de toda a cadeia produtiva e fiscal.

⚠️ Riscos: Benefícios fiscais estaduais devem ser acompanhados durante a transição para avaliar sua redução gradual.

🎁 Oportunidades: Possibilidade de ganhos relevantes com uma cadeia bem estruturada.

✅ Recomendamos: Revisar toda a operação, incentivos fiscais, fornecedores, processos internos e realizar planejamento tributário contínuo.
📍 Não encontrou um ponto exatamente igual ao seu? Cada operação tem particularidades — fale com a gente e vamos posicionar sua empresa com precisão dentro desse mapa.
A Reforma é gradual, mas as decisões que protegem sua margem e seu caixa precisam ser tomadas antes de cada etapa virar obrigação — não depois. Quanto antes revisarmos juntos processos, preços e contratos, menor o impacto quando as novas regras valerem de fato. E, para isso, você não está sozinho: a Efeito caminha essa estrada com você, um passo à frente.

Ainda não agendou sua reunião individual sobre o impacto da Reforma na sua empresa?

Agendar minha reunião com a Efeito